quinta-feira, 29 de janeiro de 2009












matéria vã a do corpo solar
nudez total dir-se-ia
primacial
devorar o ventre fértil
..No calor da noite, uma porta cerrada...

Bate mais forte....! Mais forte

O turbilhão de sentidos em que se perde
quando o amor julgara encontrar....
























onde fenece o mar
o amor
amar o mar
serão importantes os versos quando os sentirmos no corpo
no espelho do mar
presente o sol

no corpo nascente
sobrevoámos as rias da memória
naquele agosto mortífero
pousávamos nas asas das gaivotas
Lorca bebia o sangue de Granada
sangue feito revolução
no teu cálice

Assim ela se prendeu...
num cordão de dualidade em estado de permanência
que não pretendia quebrar...

terça-feira, 27 de janeiro de 2009



















rasgado o horizonte
na maresia dos corpos entreabertos
soluçantes esventrados
feridos da morte inicial
do teu peito por descobrir

sábado, 24 de janeiro de 2009



















sophia amou o corpo da areia
deste mar
neste mar
no corpo de uma mulher